Pastora causa escândalo ao oferecer ‘cura’ pelo bumbum e vídeo bate recordes de acessos.

 


Uma declaração inusitada de uma líder religiosa, que se autodenomina “pastora”, viralizou nos últimos dias e acendeu um alerta sobre os limites do fanatismo e da exploração da fé. Em um vídeo que circula em plataformas como TikTok e Instagram, a mulher afirma que partes do seu corpo — especificamente as nádegas — possuiriam propriedades “curativas” e seriam canais de bênçãos divinas.

O “Ministério” do Absurdo

No vídeo, a suposta pastora aparece pregando para um grupo de fiéis, alegando que recebeu uma “revelação” de que sua anatomia física foi consagrada para realizar milagres. Segundo ela, o toque ou a proximidade com o seu corpo seria capaz de curar enfermidades físicas e problemas financeiros.

“É uma unção diferente, que o mundo não entende porque é carnal demais para compreender o espírito”, afirmou ela durante a transmissão.

Repercussão e Críticas

A reação da comunidade cristã e do público em geral foi imediata e predominantemente negativa:

  • Líderes Religiosos: Diversos teólogos e pastores de denominações tradicionais classificaram a fala como heresia e uma clara tentativa de exploração psicológica de pessoas vulneráveis.
  • Juristas: Especialistas alertam que promessas de cura milagrosa através de métodos sem comprovação científica podem ser enquadradas como estelionato ou curandeirismo (Artigo 284 do Código Penal).
  • Redes Sociais: Enquanto alguns internautas fazem piadas com a situação, outros pedem a derrubada dos canais da mulher por disseminação de desinformação.

Análise do Fenômeno

Não é a primeira vez que métodos heterodoxos aparecem no cenário neopentecostal brasileiro, mas a sexualização de um suposto ato profético eleva o tom da polêmica. Psicólogos apontam que o perigo reside na dependência emocional que líderes carismáticos exercem sobre seguidores que buscam soluções rápidas para dores profundas.

Nota da Redação: Até o momento, a identidade formal da mulher e a localização exata de sua congregação não foram confirmadas de forma oficial, já que muitos desses vídeos surgem de perfis que buscam engajamento através do choque visual e moral.

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